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1920: Flappers

Os estrondosos anos 20 - ou roaring twenties
Como não amar?
Estou aqui hoje para falar de uma curiosidade que muito pouca gente conhece, e algo que me incomoda muito nas novelas que representam os anos 20 - logo mais, vão entender porquê. rs

Flappers e Garotas Gibson
As flappers sucederam as garotas Gibson ou Gibson Girls.

Garotas Gibson, ou Gibson Girls
Elas eram caracterizadas principalmente por suas longas madeixas românticas, presas no topo da cabeça de uma forma solta e fluida. Usavam vestidos de gola e longas saias, que iam até o pé, além de ainda conservarem o uso do corset (abandonado posteriormente pela necessidade de aço para a WWI). Eram chamadas de Gibson Girls por terem sido idealizadas pelo ilustrador Charles Dana Gibson, ou apenas Dana Gibson. Para ele, eram o ideal da beleza feminina.

Típica Gibson Girl, ilustração de Dana Gibson


As Garotas Gibson eram altamente femininas, mas já haviam conseguido superar vários obstáculos de gênero - agora, por exemplo, as mulheres já conseguiam praticar alguns esportes (que, para a época, já era um grande progresso).

Transição - De madeixas românticas a cabelos curtíssimos

Brasil, meu Brasil brasileiro? - Otacus maledettos.

Pois é. Estou de volta dentro de tão pouco tempo... Acho que to revoltada demais pra uma semana só. <3

Hoje, esbarrei com uma fotinho ridícula, que mostrava os uniformes koreanos, japoneses, americanos e brasileiros, de forma a denegrir os uniformes brasileiros. Isso da nova população "otaco" que vem tomando conta do facebook, depois que o orkut foi deixado às cinzas.
E eu não estou falando de otakus na definição brasileira, porque otaku brasileiro tem bom senso, e maturidade o suficiente pra não precisar exaltar sua preferência cultural por meio do rebaixamento das outras. E isso vale para rockeiros/funkeiros/baladeiros e afins.
Mas, essa situação só serviu pra mostrar algo que nossa cultura já conhece bem: Síndrome de Cachorro Vira-Lata.
O brasileiro tem mania de achar que tudo no exterior é melhor do que aqui. Eu já viajei muito, e afirmo o seguinte:
- Nosso metrô é melhor que o de Roma;
- Nossa comida é a melhor de todas;
- Os americanos são mais influenciáveis que nós (sim, a manipulação lá é pior ainda);
- Roma é linda, mas o cuidado com os monumentos é uma m*rda e a cidade é uma bagunça;
- De todos os lugares que já fui, nossa paisagem natural é a mais linda de todas;
To exaltando o Brasil? Não. Nossa saúde está desesperadora, nossa educação mais ainda e, nossa segurança, então, nem se fala.
O que eu to querendo dizer aqui é:
A culpa de tudo isso não é de ninguém além de nossa, do povo brasileiro.
E, quando digo povo, eu digo todo mundo, de políticos a analfabetos.
O que me dá verdadeiro asco é ver esse bando de pré-adolescente idiota sacaneando o próprio país, quando não mexem um dedo pra fazer alguma diferença nele. O que me dá ódio é ver até universitário reclamando da educação no país, quando não aparece em uma aula, não presta atenção quando aparece e, quando chega a prova, cola mais que superbonder.
O que realmente me revolta é ver a quantidade de gente falando mal dos políticos, quando, eles, nada mais são do que o reflexo de suas origens: o povo brasileiro com todas as suas "convicções" culturais - preguiçosos, "malandros", ladrões, mentirosos e sem nenhum pilar moral pétreo, que trocam um voto por asfalto quando isso não deveria ser considerado favor, e sim obrigação do nosso governo.
Sim, o Brasil está um lixo... Mas o povo, no geral, não está tão melhor assim.
Então, se não gosta de viver no Brasil, você tem duas opções:
- Arranjar o dinheiro e meter o pé, pra nunca mais voltar;
- Fazer algum esforço pra melhorar o seu país, e fazer com que, assim, você se sinta feliz vivendo nele.

Bullying & outras coisas

Pois é, depois de um hiato fenomenal, estou finalmente fazendo um post.

Não vou para o copy/cola, e muito menos vou ficar revisando loucamente o que vou escrever aqui.

Sabe aquela história de que somos nós que criamos a cobra que, mais tarde, vai nos morder? Pois é.

Nesse ano belíssimo, de tantos progressos (há, vontade de rir dessa palavra) em que estamos, um episódio chocou o mundo. Alunos nos EUA (um país de primeiro mundo, wow) amarraram um colega, o amordaçaram e saíram arrastando-o por aí dentro da sala de aula, com a ajuda do professor. Parece piada, ou cena de filme de comédia -bem duvidoso, por sinal - mas não é.